Henri Cartier Brensson e o momento decisivo |
|
Henri Cartier-Bresson Nasceu em Chanteloup (França) em 22 de
agosto de 1908 numa família de classe média.
Henri Cartier Bresson tem fama mundial; ele está para a
fotografia como Picasso está para a pintura. Sua contribuição
para a reportagem é inegavel mas foi fotografando cenas
cotidianas durante o período de 1930 a 1960 que sua fama
se consolidou. Suas fotos podem não ser espetaculares,
mas certamente são lindas e verdadeiras.
Sendo ainda menino já se sentia atraído pela fotografia. Estudante de pintura em Paris e Cambridge, decidiu tornar-se fotógrafo ao ver a famosa fotografia de Martin Munkasci, publicada na revista “Photographies”, em 1931, que flagrava três meninos negros do Congo correndo, nus, em direção ao mar.
O registro das silhuetas dos três garotos “congelados”
no ar sugeria uma liberdade que Bresson procuraria retratar em
toda a sua obra.
Seu primeiro trabalho como jornalista fotográfico foi em
1930, durante a Guerra Civil na Espanha, onde também fez
seu primeiro documentário sobre o atendimento médico
durante o conflito. Suas fotografias eram marcadas pelo busca
do mesmo movimento que enxergara no registro dos três meninos
congolenses.
Suas primeiras experiências com a fotografia começaram com uma câmera Kodak Box Brownie.
Em 1932 adquire sua "maravilhosa" Leica: formato de 35 mm que chega a surpreender-lhe e fascinar-lhe. Henri chegou a cobrir de preto as partes niqueladas de sua câmera para passar inadvertido.
Encontrava-se muito atraído por imagens de fotografia de caráter desportivo, publicadas naquele tempo por revistas francesas e alemães dos anos 30. Era o pai da foto-reportagem e junto com Robert Capa foi também o co-fundador da agência Magnum Photos.
Possuía uma grande capacidade e única para capturar
o momento efêmero em que a importância do tema se
dá a conhecer na forma, o conteúdo e a expressão.
Chamou-o de momento decisivo.
Referente a sua técnica jamais recortou os negativos, se positivavan completos, sem enquadrar nem cortar nada. Realizou fotografias em praticamente todo mundo e foi o primeiro fotógrafo em exibir no museu do Louvre, em Paris.
Publicou numerosos livros, é de se destacar o publicado nos anos 50 intitulado "Images a la sauvette" que é todo um legado e compêndio do significado, técnica e utilidade fotográfica.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Bresson foi preso pelos alemães; após 2 anos e 11 meses de cárcere, conseguiu fugir, em 1943, a tempo de registrar a ocupação e retirada de alemães da França.Em 1947, fundou, juntamente com Robert Capa, a agência Magnum. Entrou para a história como o primeiro fotógrafo a expor suas obras no museu do Louvre, em Paris.
Henri Cartier Brensson (México), 1934.

Versailles 1937 >>>

Mercado Agrícola, L.A., California, 1946 >>>
France, 1958 >>>

Estivadores, 1958 >>>

Banco, NY, 1961 >>>
No
ano 1974, decide dar uma mudança a sua carreira como fotógrafo
para voltar à pintura, sua verdadeira vocação
desde a infância. Em seus últimos anos de vida, cria
junto a sua mulher a Fundação Henri Cartier-Bresson,
na que recompila toda a obra que realizou em vida.
Henri falece o 4 de agosto de 2004 aos 95 anos de idade
versão brasileira: Fotodicas.com - Fotografia Analógica e Digital - SP - Brasil.
|
Busca neste site powered by FreeFind |
.*. | |
|
|
