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Nadar Gaspar Félix Tournachon
Nadar Gaspar Félix Tournachon
Nadar, Gaspar Félix Tournachon
Nadar Gaspard Félix Tournachon, seu nome real era Gaspard Felix Tournachon. Nadar éra o pseudônimo utilizado por este grande fotógrafo do século XIX. Nasceu em 1820 em Lyón e faleceu em Paris em 1910, estudou medicina em sua cidade natal. Em 1842 devido à quebra da empresa de impressão de seu pai, mudou-se para Paris, ganhando a vida como jornalista e caricaturista.
Gaspar-Félix Tournachon, o Nadar demonstrou, melhor do que qualquer outro fotógrafo de sua época, que a fotografia é algo muito diferente de um simples produto de técnica.
Em 1851 Nadar reproduziu em litografia um fresco gigantesco de quase 250 personagens que mostrassem toda a glória literária e artística de Paris.
Em 1854 Nadar abre um estúdio de fotografia na Rua Saint-Lazare 113, em 1860 quando lhe ficou pequeno, muda-se para um bairro mais à moda convertendo-se numa elite de intelectuais
Em 1874, sabendo que um grupo de artistas (mais tarde chamados de Impressionistas) estavam a procura de uma galeria para sua primeira exposição, Nadar ofereceu seu estúdio recém montado. Em 1895 cedeu seu estúdio a seu filho. Em 1900 publicou seu livro "Quando eu era fotógrafo" uma obra muito interessante e rica em ensino, dotada com muitas anotações sobre a fotografia, mais tarde é homenageado na Exposição Universal de Paris.
Nadar falece em 1910, deixando uma enorme produção fotográfica: mais de 450.000 placas de cristal que ficaram em poder da filha de Paúl Nadar.
Artigo relacionado: A fotografia é necessária? versão brasileira: Fotodicas.com - Fotografia Analógica e Digital - SP - Brasil. |
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Esteve sempre muito interessado pelas idéias
mais avançadas de seu tempo em política, literatura,
ciências... e foi um motorista da liberdade de expressão.
Lançou-se em fotografia
aérea, em 1858 realizou sua primeira fotografia de um balão
estático que mandou construir "O Gigante" da cidade de
Petit-Bicetre, 10 anos mais tarde começou a série
de "vistas" aéreas do bairro da Etoile, tomada sobre uma
só placa do colodión de grande formato.
Em 1864 publicou a história
de suas viagens "As memórias do Gigante" um ano depois
"O direito a voar". Em 1860 Fotografou catacumbas com luz artificial
bem como as cloacas (esgotos e fossas) de Paris. 




