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A cor e o filme

Atualmente existem dois tipos de filmes, os branco e preto e os de cor. O primeiro interpreta a cor numa escala de cinzas, enquanto o segundo possue uma amplísima gama de tons e cores.

O desenvolvimento das emulsões fotográficas em cor começou quase com a descoberta da fotografia.

Desde o primeiro momento que se começou a experimentar com diferentes métodos, alguns físicos e outros químicos, que permitiram antes do final do século XIX, a obtenção de imagens em cor. Bastante aceitáveis para aquela época.

O aperfeiçoamento extenso e longo e muito laborioso. Na atualidade os filmes de cor registram as imagens e os papéis sensíveis as reproduzem, baseando-se em dois procedimentos básicos, a síntese aditiva das cores e as luzes coloridas complementares, denominado também ; Método Subtrativo.

Qualquer das duas nos levam a conseguir a luz. A aplicação nos materiais sensíveis, isto é, nos filmes e nos papéis, consiste em utilizar várias camadas sensíveis a cada um das cores. A adição das diferentes cores sempre produz a luz branca e as somas parciais outras cores.

Em fotografia os conceitos que fazem referência à luz são bastante difusos. Muitas das palavras com as que usadas pelos fotógrafos definimos como um tipo determinado de luz ou uma qualidade ou qualidade de um sistema de iluminação, realmente não têm nada que ver com a própria essência física desta.

A fotografia e a luz

Fazer alusão às luzes suaves, macias ou duras, cálidas, intensivas, não deixam de ser expressões próprias daqueles que entendem a luz como uma matéria prima e que são, portanto, capazes de manipulá-la segundo seu interesse.

Nenhum objeto pode existir por si mesmo dentro de um espaço sem chegar a relacionar-se com seu meio, exceto em duas ocasiões. Imaginemos um mesmo objeto situado sobre um fundo absolutamente preto e visto pelo observador de tal modo que parece que este objeto se encontra suspendido no esvaziamento. O outro caso é o do objeto situado sobre um fundo branco tal que se produza o mesmo efeito, isto é, o objeto se encontra isolado e boiando sobre o fundo.

Dependendo da cor, tom e textura do objeto, este poderá ressaltar mais ou menos segundo sua similitude global com o fundo sobre o que se encontre. Em qualquer dos dois casos podemos iluminar o objeto de tal modo que seus volumes e textura fiquem perfeitamente claros e diferenciados do próprio fundo, mas a relação com o espaço desse objeto visualmente perfeito é artificial já que não há um elemento de união entre ele e o espaço físico que lhe rodeia fica abstraído em si mesmo.

A sombra é o elemento sustentador do objeto e a ponte que o une ao espaço em que se encontra. Um objeto sem sua sombra, perde capacidade de expressar-se, precisa delas para conformar realmente seu volume.

Segundo as idéias criativas que tem um fotógrafo para realizar ou captar uma imagem ou produzir uma ambiente ou composição, deve expor-se entre o que classificamos como luz dura, luz macia e luz ambiental.

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