A imagem por excelência, o pôr-do-sol, é um colorido com tinturas cálidas. Ideal para silhuetar um plano ou imagem. As imagens mais interessantes se tomam quando as nuvens cobrem parcialmente o sol criando assim um forte contraste. As águas no crepúsculo se refletem como um espelho e se fundem no céu.
Como fotografar o pôr-do-sol
Fotografar o pôr-do-sol (ou o nascer) é um dos temas mais explorados em fotografia. A mídia publicitária impressa está repleta de imagens de pessoas, animais e outras cenas envolvendo este que é um dos mais belos momentos da natureza.
Fotografá-lo não é tarefa muito difícil, porém exige alguns cuidados técnicos para se conseguir uma bela foto. A beleza de um pôr-do-sol está relacionada a vários fatores, que incluem a localização geográfica, clima, época do ano, metereologia, etc.
Geralmente as melhores fotografias de pôr-do-sol são obtidas com teleobjetivas acima de 200 mm. Quando mais poderosa a lente, melhor o efeito conseguido. Além de aproximar o sol (e aumentar seu tamanho), a tele permite encurtar as distâncias relativas entre os objetos, realçando o plano de fundo em relação aos elementos do primeiro plano.
Um outro aspecto a ser abordado é o da fotometragem. Para se obter uma fotometragem correta uma boa dica medir a luz nas áreas adjacentes ao sol, ou seja, elimina-se o sol do enquadramento da foto e mede-se o céu, que deve estar amarelo ou avermelhado, pois é ele que vai dar vida e dramaticidade para a imagem.
Como o sol tem uma luminosidade muito intensa, a medição feita sobre ele irá produzir uma fotometragem equivocada para este tipo de imagem. Em câmeras manuais, que só possuem fotometragem geral da área do visor, basta movimentar a câmera e enquadrar o céu sem o sol. Câmeras eletrônicas que possuem medição parcial (spot meter) facilitam mais o trabalho, pois pode se medir exatamente a área do céu que se deseja que fique com a luz correta.




